Arquivo para Julho 12, 2008

Dica: Catálogo NEI online

Postado em Dicas em Julho 12, 2008 por professormurara


    O NEI é uma completa e atualizada fonte de informação industrial na qual você encontra mais de 42.000 fornecedores em mais de 10.000 categorias de produtos industriais, além de lançamentos de produtos, artigos técnicos e eventos.
wwww.nei.com.br

Dica: Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas

Postado em Dicas em Julho 12, 2008 por professormurara

 
     Ao Serviço Brasileiro de Respostas Técnicas – SRBT. Um serviço gratuito onde especialistas de diversas áreas respondem dúvidas técnicas de pessoas jurídicas ou físicas cadastradas no sistema. http://sbrt.ibict.br/pages/

Dica: Treinamento gratuito ‘Faça & Aconteça’.

Postado em Dicas em Julho 12, 2008 por professormurara


     Seis cursos básicos de gestão gratuitos (online ou material didático via correio). Temas: Marketing, Recursos Humanos, Estratégia, Processos, Finanças e Custos:
www.facaeaconteca.com.br

Dica: Associação Brasileira de Franchising

Postado em Dicas em Julho 12, 2008 por professormurara

     ABF: Sem dúvida, para quem não tem experiência administrativa, as franquias são uma ótima maneira de ingressar no mundo do empreendedorismo. O site da Associação Brasileira de Franchising é o portal mais completo do Brasil no gênero: www.abf.com.br

Dica: Endeavor

Postado em Dicas em Julho 12, 2008 por professormurara


    
Site com informações para empreendedores e acadêmicos. São matérias e vídeos de especialistas nas mais diferentes áreas de gestão: www.endeavor.com.br

Dica: Biblioteca Online Sebrae

Postado em Dicas em Julho 12, 2008 por professormurara

     Você pode consultar materiais de pesquisa, apostilas, artigos e planilhas de unidades do sebrae de todo o Brasil: www.biblioteca.sebrae.com.

Empreendedorismo II – Trabalho Individual

Postado em Disciplinas em Julho 12, 2008 por professormurara


   Os acadêmicos da disciplina Empreendedorismo II (UNERJ) deverão indentificar, dentre as 10 características do comportameno do empreendedor, uma que possa atribuir como seu ponto mais forte.
   Uma vez identificada, deverá ser feita uma pesquisa bibliográfica sobre o asunto, elaborado um relatório de uma página e entregue até o dia 17/07/2008 (data da nossa última aula e da avaliação escrita).

Um cego no campo de batalha

Postado em Publicações em Julho 12, 2008 por professormurara
 

   Onde está a loja que funcionava aqui?
 
   Segundo dados do Sebrae (2004) 52,9% dos negócios, na região sul do Brasil, tendem a desaparecer antes de completar 2 anos de vida. Entender esta realidade passa por uma análise que parte da cultura do brasileiro e vai até a gestão do negócio.
   A maior parte dos negócios, neste cenário, nascem à partir do conhecimento Técnico e não do conhecimento Administrativo. Isto acontece quando um padeiro identifica alguns sinais do mercado e decide deixar de ser empregado e montar sua padaria. Da mesma forma um eletricista industrial sai do emprego para montar sua instaladora, e assim por diante.
   Normalmente não é feita uma pesquisa de mercado, identificando clientes, fornecedores, parceiros e concorrentes. Não se analisa quem são, onde estão e o que fazem, com isso fica difícil determinar qual será o diferencial competitivo de mercado. Na verdade a maior parte destas informações estão empiricamente na cabeça do candidato à empresário.
   O conhecimento administrativo é que pode garantir que o produto de qualidade ou serviço bem prestado contribua pra o sucesso do negócio. Em geral não é feito um Plano de Negócio, apontando custos fixos, custos variáveis, ponto de equilíbrio, margem de contribuição e prazo de retorno do investimento.Estas carências levam a tomada de decisão com riscos mal calculados. Temos então a iniciativa sem busca de informação ou com informações insuficientes.
   Segundo a pesquisa GEM2006, o Brasil é o 10º. país mais empreendedor (dentre 42 países pesquisados). Identificou-se que para cada brasileiro que empreende por oportunidade, há outro que empreende por necessidade. Um empreendedor por oportunidade tende a estar melhor preparado e até mesmo vocacionado. Aqui geralmente temos a união do conhecimento Técnico com o Conhecimento Administrativo.
   No quesito empreendedor por necessidade, ocupamos a 6ª. Colocação. É o indivíduo típico que perde o emprego e não consegue se recolocar no mercado.
   Dos empreendedores pesquisados que saíram do mercado 22,8% declaram que “problemas financeiros” o levaram a descontinuidade do negócio. Na maior parte dos casos estes inicialmente não conhecem fluxo de caixa, custos e formação de preço de venda. Por outro lado 16,7% dos empreendedores disseram que a “falta de clientes” os fizeram fechar as portas. Uma boa pesquisa de mercado provavelmente apontaria um outro caminho; possivelmente o caminho certo.
   A pesquisa ainda aponta que 19% dos novos empreendedores não buscam nenhum tipo de auxílio na hora de abrir seu negócio. Sem buscar auxílio, sem pesquisa de mercado e sem plano de negócio o candidato à empresário será um cego no campo de batalha.
   Ao menor sinal de problemas, ou ainda, quando o empreendedor necessita crescer, deve buscar auxílio. É possível conquistar seus objetivos sozinho, mas isto pode representar um gasto de tempo e dinheiro. Muitas vezes a troca de experiências, com quem tem um pouco mais de conhecimento, pode encurtar distâncias e até mesmo evitar prejuízos. Existem entidades para auxiliar o empreendedor em todos os campos: comercial, industrial e Gestão.

 

Nem o mais forte nem o mais inteligente

Postado em Publicações em Julho 12, 2008 por professormurara


   Mais de 140 anos se passaram e o inglês Charles Robert Darwin continua tendo razão. A Teoria da Evolução das Espécies pode, sem sombra de dúvida, ser aplicada ao mercado.

   Empresas que conseguem observar as novas tendências do mercado e se antecipar aos concorrentes, além de buscar a liderança, estão garantindo sua sobrevivência. Estamos vivendo os tempos de um novo consumidor, com muito mais informação e desta forma muito mais exigente. Ele sabe que qualidade, logística e preço muitos podem oferecer, então, busca um diferencial.

   Empresas que se apegam a alguns antigos valores, resistem a mudanças ou encontram-se em uma “zona de conforto”, têm grande chance de serem devoradas pelas que se adaptam às mudanças. Em outro âmbito, os profissionais que buscam conhecimento, especialização e estão “antenados” às oportunidades de mercado fazem diferença. Estes são os responsáveis pela mudança de direção ou manutenção da liderança de mercado. Por mais que sejam as empresas, quem dita as tendências, os idealizadores e executores das estratégias são os profissionais que nelas trabalham.

   O mercado é formado de empresas e as empresas são formadas por profissionais. Portanto, pode-se concluir que se as empresas que evoluem sobrevivem, os profissionais que evoluem sobrevivem respectivamente. Pode-se, também, dizer que um dos requisitos básicos para o crescimento profissional e empresarial está no abandono de alguns valores e crenças, bem como na busca constante do aprimoramento.

   Estar sempre olhando para o mercado e buscando informações. Desta forma é possível transformar inteligência em estratégia e informação em conhecimento. “Não é o mais forte da espécie que sobrevive, nem o mais inteligente; é o que melhor se adapta à mudança”. (Teoria da Evolução das Espécies – 1/7/1858).

   Com toda certeza Sir. Charles Robert Darwin era, sobretudo, um estudioso do mercado.

Demitiram a Copeira

Postado em Publicações em Julho 12, 2008 por professormurara

   Sabe a “Dona Maria”, do cafezinho? Foi demitida hoje!

   Um profissional não é custo. Então um profissional não deve ser demitido quando se resolve reduzir custos. Se um administrador é incompetente, não é justo que um profissional pague o preço desta incompetência.

   Quando a situação econômica familiar fica “apertada”, cortam-se gastos desnecessários até que a tudo se normalize. Ninguém decide cortar o almoço porque a situação ficou desfavorável. Um bom chefe de família faz pequena reserva para os momentos de incerteza, afinal nunca se sabe quando alguém vai ficar doente. Necessidades como comida e remédio têm que ser sanadas de imediato.

   Assim como na economia familiar, na administração empresarial os cortes devem ser feitos nos custos corretos. Preocupar-se com os palitos de fósforos enquanto o caminhão de lenha está pegando fogo é ingenuidade. Cortar o cafezinho, limitar o uso de papel toalha, demitir a recepcionista ou a copeira são as primeiras atitudes da economia burra. Por um lado, regula-se o que representa pouco investimento/custo e por outro se gasta uma fortuna em projetos mal elaborados, desperdícios no processo produtivo, etc.

   “Vassoura nova varre bem”, mas mesmo assim um novo funcionário leva um certo tempo até trazer retorno para a empresa. Então você investe tempo e dinheiro para selecionar e preparar um bom profissional e demite-o no primeiro sinal de crise? Sem falar nos investimentos em treinamento. Com esta demissão vão embora o profissional, o investimento e o conhecimento por ele adquirido.

   Fazer economia durante a crise é nadar contra a correnteza, pois se todos estão em crise este é o momento para você investir em marketing, criar novas soluções e crescer no mercado. Aliás, as grandes idéias que você teve foram nos momentos de pressão, ou numa sexta-feira após às 15 horas, enquanto esperava ansiosamente o final do expediente?

   O clima organizacional, de uma empresa onde cortes estão acontecendo, é o pior possível. A sensação de incerteza na permanência no emprego abala a todos. Acreditar que se pode ser demitido hoje e que pode acontecer no início ou final do expediente faz o desempenho cair muito. Este clima transcende os limites da empresa e acaba sendo sentido por clientes, fornecedores e parceiros, o que é bem pior.

   Lembre-se: o erro é individual, do funcionário desmotivado, mas o preço quem paga é a empresa, pois é a sua imagem que fica denegrida. Na empresa, como em casa, deve-se economizar nos momentos de prosperidade para não ser prejudicado na crise. O sucesso de hoje não garante o almoço de amanhã.